Grupo: Eterno Aprendiz
Componentes: Neci de Sousa Alves - Gileide Medeiros de Oliveira
Turma: T08a: Juazeiro do Norte - CE
Tutora: Joana Darc Alves Dantas
Identificação:
Aluno: Guilherme
Idade: 12 anos
Série: 5º ano
Escola: Municipal Monteiro Lobato
Turno: Vespertino
Pai: José
Mãe: Marisa
Professor do AEE: Eterno Aprendiz
Profissionais envolvidos:
Coordenação pedagógica, professores da sala de aula comum, alunos e funcionários.
Síntese da Problemática que Justifique o Plano de AEE
Guilherme tem baixa visão causada por catarata congênita, porém não significa que ele seja incapaz de desenvolver suas potencialidades e aquisição dos conhecimentos. Faz uso de recurso óptico (óculos) apresenta facilidade para manusear tesouras, fazer encaixes, abrir e fechar portas, caixas e latas; interpreta textos oralmente, sua letra é grande e bem traçada, lê o que escreve, monta quebra cabeça, vai sozinho para a escola, conhece as dependências dela. Participa de atividades livres, gosta do recreio; pula corda e faz referência às brincadeiras. Sua dificuldade está centrada na inquietação, no desatento e na desorganização. Percebe-se que o problema de Guilherme está focado na estrutura familiar, na ausência de acessibilidade de conhecimento dos profissionais envolvidos, pois apesar da escola ter estrutura física acessível, há insuficiência de recursos humanos preparados e consciente dos direitos e limites do aluno.
Objetivos
• Ampliar habilidades de leitura e escrita, desenvolvendo a cultura da concentração, atenção, percepção auditiva e tátil de forma positiva que desperte no aluno a sua independência e valorize suas potencialidades.
Promover ações voltada a família que possibilite melhor compreensão sobre o processo de aprendizagem e a importância dela na vida escolar do aluno.
Organização do atendimento:
• Período de atendimento: Agosto à dezembro;
• Frequência (2 vezes por semana):
• Tempo de atendimento (1 hora):
• Composição do atendimento: individual e coletivo
Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno:
• Softwares de comunicação para estimular a leitura, escrita, e a percepção auditiva;
Jogos pedagógicos diversificados, para estimular a concentração, atenção e a percepção tátil;
• Dinâmicas de grupo que favoreça a socialização e desenvolva a oralidade;
• Desenho, montagem, trabalhos manuais com material de sucata para desenvolver habilidades manuais;
• Teatro e danças para desenvolver habilidades artísticas;
• Pintura com uso da cola em relevo;
Atividades da vida diária;
Manuseio de objetos para reconhecer formas, tamanho e espessura;
Alfabeto no Sistema Braille
Percepção de vídeo com informações e superação que eleve a sua auto;
Rodas de conversas para desenvolver a oralidade, superar a timidez e transmitir experiência de vida.
Materiais a serem produzidos:
• Alfabeto móvel e Braille
• Prancha de comunicação;
• Cartazes;
• Fantoches;
• Sílabas móveis;
• Jogo da memória;
• Fichas com palavras e frases;
Formas geométricas;
Cartões, pranchas de comunicação alternativa ampliada
Adequações de materiais;
Adequar os recursos para posicionamento de material do aluno (plano inclinado, cadeira, mesa, caderno pautado);
• Textos e atividades (ampliação de letras) com base nas necessidades apresentadas pelo aluno;
Seleção de materiais:
• Livros e revistas;
• Lápis de cor, pincéis e giz de cera;
• Cola branca e cola colorida;
• Tesouras;
• Desenhos vasados
• Cartolina, duplex, papel ondulado para confecção de caixas;
• Folha de ofício 40
• Softwares com atividades educativas;
• DVD, som, computador, teclado colméia
• Auxílios ópticos: lupas manuais e eletrônica.
Tipos de parcerias:
• Comunidade escolar e familiar;
• Secretarias: (Saúde, Educação)
Assistente Social;
Profissionais envolvidos:
• Professor de sala de aula comum;
• Educador Físico;
• Diretor escolar;
• Equipe pedagógica;
• Funcionários da escola;
• Profissionais da saúde;
Colegas de turma
Professor de informática
Interlocução com a família:
• Manter parceria com a família e incluí-los nas ações escolar para que perceba a importância dela no processo de desenvolvimento da aprendizagem escolar e na visão de mundo que Guilherme necessita.
Avaliação do Plano de AEE
Observando e registrando avanços ocorridos no decorrer da execução do plano, empenho e desempenho diante das atividades propostas, assiduidade, nível de concentração, atenção, e no desempenho das atividades no aspecto de organização.
Reestruturação do plano do AEE
De acordo com as necessidades apresentadas pelo aluno.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Baja visión
“Vivir com Baja Visión”
Descrição:
O filme inicia com a projeção contínua
e crescente de um globo ocular, em detalhe, ocupando a tela em “close-up”. Na
lateral esquerda superior da tela, aparece um letreiro animado com o título
“Baja visión: causas y efectos”. A cena seguinte mostra, em plano geral, muitos
pedestres transitando de um lado para o outro em uma via pública movimentada,
enquanto focaliza imagens desfocadas,
distorções e manchas que simulam alterações na acuidade visual e no campo
visual.
Na lateral esquerda superior da
tela, surge a sigla A.V. (Acuidade Visual), seguida da escala numérica, a
partir do decimal 1,000, que vai decrementando
de 1 em 1: 0,999, 0,998, 0,997, até 0,100, refletindo a correspondente
diminuição da acuidade visual. Na lateral direita superior da tela, onde está
escrito “degeneración macular”, a escala numérica mostra a queda gradual da
visão até 0,100 e a ampliação crescente daacuidade visual, de um em um, até
1,000.
A mesma escala mostra a simulação
do “Leocoma” em que a acuidade visual atinge o grau 0,100, onde
está escrito “Visión com lentes filtrantes especiales”.
Na lateral
superior esquerda da tela, aparece a sigla C.V. (Campo Visual) associada à “retinosis
pigmentaria”, quando a escala vai decrementando de 170 até 3 graus e,
gradualmente, incrementa até 170 graus, simulando a redução e a ampliação do
campo visual.
A seguir,
surge novamente na lateral superior da tela, a sigla A.V. (Acuidade Visual)
associada à mesma escala,decrementando de 1,000 até 0,100 e ampliando até 1,000 para simular a acuidade visual no
caso de “cataratas”. Em seguida, o mesmo movimento da escala simula a redução e
a ampliação da acuidade visual associada à “retinopatía diabética”.
Em plano geral, surge a imagem do globo ocular
em detalhe projetada em toda a tela,onde aparece a legenda: Es imposible saber
como ven las personas com baja visión. Este reportaje no pretende ser mas que
uma simples simulacion.
Na parte
inferior da tela, da direita para a esquerda, aparece a ficha técnica do vídeo:
Filmado in Madrid, noviembre de 2002.
Producido por; Baja Visión Angel Barañano, Realización; Javier Barañano.
Câmaras; (SONY). Objetivos: (Carl Zeiss). Hardware; (Apple Computer). Software;
(Final Cut Pro).
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